A qualificação de tecnologia da DNV difere de serviços típicos de terceira parte como classificação, certificação e verificação, que basicamente confirmam que a tecnologia segue as normas e procedimentos especificados. A qualificação, no entanto, é definida como o processo de fornecer evidência que a tecnologia funcionará dentro de limites específicos com um nível aceitável de confiança.
Geralmente, uma tecnologia nova ou melhorada pode permitir que um projeto seja realizado ou pode aumentar seu valor. De qualquer forma, o desenvolver desta tecnologia precisa construir a confiança do operador na tecnologia. Além disso, o operador precisa assegurar que as outras partes interessadas no projeto também estejam confiantes antes que a decisão de implementar a tecnologia possa ser tomada. Isto exige um processo de qualificação sistemático e baseado em riscos que claramente documente o desempenho da tecnologia.
Infelizmente, a qualificação de novos desenvolvimentos de tecnologia é geralmente feita posteriormente, e não fornece a evidência de que a tecnologia funcionará conforme planejado. Modos e mecanismos de falha podem não ter sido sistematicamente identificados por equipes multidisciplinares e classificados adequadamente quanto ao risco. Testes extensos e caros são realizados sem um entendimento claro de quais modos de falha a tecnologia simula e de sua proximidade ao limite de falha. Além disso, a condição de operação simulada não é representativa da condição de operação real. O uso de modelos analíticos é raramente usado para prever muitos dos mecanismos de falha. Estas são algumas das questões que impedem o usuário final de obter a confiança exigida em uma tecnologia.
